sábado, 4 de maio de 2013

O c* doce de cada dia – frescura ou questão de sobrevivência?


Em pleno século XXI, após muitos sutiãs queimados, empresas vendendo pacotes de turismo na lua, o Brasil prestes a sediar sua segunda Copa do Mundo... até o Corinthians conseguiu o que parecia impossível: ganhar uma Libertadores! Tanta coisa aconteceu, mas sexo continua sendo um tabu na vida de muitas mulheres.

A pergunta que não quer calar: quando é permitido liberar geral sem ferir o Estatuto dos Bons Costumes? Nos últimos dias ouvi várias conversas referentes a esse assunto e, quando consultada minha opinião, fui sincera: depende de quais são seus planos para o futuro, né meu bem! Se quiser falar de amor, fale com o Marcinho. Agora, se não estiver à procura de um relacionamento sério, sinta-se à vontade para fazer o que estiver a fim, sem pensar muito a respeito ou se martirizar depois de consumado o ato.

Uma vez um amigo me disse que o ideal era rolar sexo no quinto encontro, pois assim a menina mostra que não é fácil. No entanto, se esperar mais que isso, é grande a possibilidade de o cara desistir e ir atrás de outra para “aliviar o stress”. Afinal, como diria uma pessoa com quem tenho grande convivência – que não é muito apegada à finesse, diga-se de passagem – “se você não dá, alguém vai ter que fazer o serviço”.

O fato é que o mais importante não é o tempo, mas sim o que está rolando na pegação como um todo. Enquanto algumas pessoas nos fazem sentir faíscas logo no início, outras não conseguem nos despertar mais que tédio e vontade de fugir. E não existe nada pior que insistir em alguém cuja companhia é tão emocionante que te faz preferir passar uma noite de sábado sozinha, lixando a unha do pé na frente da televisão, ligada no Zorra Total.

O conselho que fica: fuja dos homens mornos! Saia correndo enquanto é tempo. A menos que pretenda levar uma vida sem a menor adrenalina, em um relacionamento sustentado pela conveniência e pelo medo de ficar sozinha. Seguindo uma triste rotina que inclui sacrificantes visitas à sogra, tardes de domingo buscando cerveja para um marido barrigudo e inútil e momentos de “lazer” em churrascos onde as mulheres ficam de um lado e os homens do outro, reclamando uns dos outros – não preciso nem dizer que os participantes do evento também são casais acomodados em relacionamentos falidos. Assim, as segundas-feiras terão sempre cara de ressaca. Ressaca por passar a vida embriagada de amargura e medo de correr atrás da felicidade.

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